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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O “cara” está acima da lei



Assistimos estarrecidos o ex-presidente Lula percorrer o Brasil fazendo campanha política a margem do que determina a Lei Eleitoral. São comícios mesmo. Palcos enormes com toda a estrutura necessária para o condenado dizer que é candidato novamente a presidência do Brasil.

Além de não está nem aí para o que determina a lei, Lula procura nos braços daqueles que ele deu o Bolsa Família e de apoiadores, justamente o apoio para que seja novamente presidente pisando e cuspindo sobre a lei que assiste inerte a palhaçada.

Fazer campanha política fora do prazo estipulado pelo TSE é crime. Porém, o “cara” acha que pode tudo.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

TCU quer 450 mil professores de volta à sala de aula



A notícia foi vinculada, hoje, na coluna do jornalista Cláudio Humberto. Por iniciativa do ministro Walton Rodrigues, o Tribunal de Contas da União decidiu investigar e mapear professores de escola pública fora da sala de aula. Auditoria do TCU atesta que no ensino médio 70.000 professores estão nessa situação. No ensino básico é ainda pior: 380 mil têm gratificação de 40% para dar aulas, mas estão cedidos a outros órgãos. Cerca de meio milhão de professores devem ser obrigados a dar aulas. Ou terão de devolver a gratificação recebida ilegalmente.

Por lei, 60% dos recursos do Fundeb são destinados exclusivamente para pagar professores do ensino básico que estão na sala de aula.

“Dezenas de milhares de professores são remunerados com verbas federais, e servem em assembleias, câmaras e outros”, diz o ministro.

O TCU decidiu que caberá aos tribunais estaduais de Contas levantar o tamanho da burla à aplicação dos recursos do Fundeb.

Para Walton, recursos criados em benefício das futuras gerações não podem ser desviados para custear professores fora da sala de aula.

sábado, 26 de agosto de 2017

'A realidade é pior que você imagina': a jornalista que viveu 6 meses disfarçada na Coreia do Norte



Em 2011, Suki Kim, jornalista que nasceu e cresceu na Coreia do Sul e é cidadã americana, conseguiu um trabalho para dar aulas de inglês em uma universidade privada de Pyongyang, na qual estudam filhos homens da elite norte-coreana, "os futuros líderes do país". Kim passou seis meses vivendo no campus da universidade tomando notas para convertê-las no livro 'Without You, There Is No Us: My Time with the Sons of North Korea's Elite' (Sem você, não há nós: meu tempo com os filhos da elite norte-coreana), publicado em 2015.
 
Suki Kim relatou à BBC Mundo como foi sua experiência, algo que poucos estrangeiros puderam experimentar no hermético país que nos últimos 70 anos esteve isolado do resto do mundo. É um lugar, como ela diz, onde o medo é constante, todos vivem se vigiando e onde o controle do governo "é o pior que se pode imaginar"