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sábado, 8 de fevereiro de 2014

'Ninguém ligado à defesa dos Direitos Humanos me procurou', diz mãe de PM morta

Acordar às 4h30m todos os dias com a filha era um hábito de Maria Rosalina Rafael Castilho, de 59 anos. Agora, ela se levanta sozinha. A filha, Alda Castilho, de 27 anos, soldado da Polícia Militar do Rio, foi morta no último domingo. Lotada na Unidade de Polícia Pacificadora no Complexo do Alemão, Zona Norte da cidade, Alda saía de casa, na Baixada Fluminense, bem cedo pela manhã para trabalhar. A mãe, que tem mais outras duas filhas, reclama da falta de amparo das autoridades.

'A PM esteve na minha casa nesta quinta-feira para dar assistência à minha família, mas só depois que eu fui falar com eles. Me ofereceram atendimento psicológico. Nem a prefeitura da minha cidade me procurou. Direitos Humanos, que eu ouço falar, que defende bandido, também não me procurou', lamenta.

Quem quiser ouvir a Maria Roasalina, clique AQUI.

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