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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Que ‘País das Maravilhas’ é este?



Em 1975, mais precisamente no dia 19 de abril de 1975, Lula da Silva, pelego da Volkswagen e informante do Dops paulista, segundo Tuma Jr., um quadro sindical formado pela OIT, assumiu a direção de um Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista.

Na presença de autoridades civis, militares e eclesiásticas, Lula leu um discurso, possivelmente escrito pela assessoria do general Golbery do Couto e Silva ou algum ghost-writer da Volkswagen, que mostra a sua amoralidade.

Lembrem-se, isto foi em 1975, há 37 anos. De um trecho dessa fala, elogiado por Delfin Neto, tiramos esta declaração: ”O momento da história que estamos vivendo apresenta-se, apesar dos desmentidos em contrário, como dos mais negros para os destinos individuais e coletivos do ser humano. De um lado, vemos o homem esmagado pelo Estado, escravizado pela ideologia marxista, tolhido nos seus mais comezinhos ideais de liberdade, limitado em sua capacidade de pensar e se manifestar. E, no reverso da situação, encontramos o homem escravizado pelo poder econômico, explorado por outros homens, privados da dignidade que o trabalho proporciona, tangidos pela febre de lucro, jungidos ao ritmo da produção, condicionados por leis bonitas, mas inaplicáveis, equiparados às máquinas e ferramentas.”

Depois, como uma metamorfose ambulante, esse Pelegão juntou intelectuais oportunistas, padres de passeata, pelegos sindicais, dissidentes do movimento comunista, e fundou o PT, um partido contestador que nasceu propondo tudo aquilo que o imaginário popular queria: passar o Brasil a limpo. E enganou milhares de aderentes.

Hábil palanqueiro e fanfarrão, o Chefe petista denunciou os escândalos parlamentares, nomeando os deputados federais de “os trezentos picaretas do Congresso Nacional”. Criticou duramente as “bolsas” criadas por Cristovam Buarque e multiplicadas por Fernando Henrique.

Assim, fazendo concessões ao capital, Lula se elegeu presidente da República por dois mandatos e até hoje o PT está no poder através de um títere seu. Ele continua o mesmo, cultuando a ideologia dos pelegos; e seus joysticks, multiusuários desse vitorioso carreirismo seguem o seu exemplo de falta de caráter.

Aliaram-se aos trezentos picaretas, surfaram na onda do cinismo e da corrupção com menosprezo pela opinião pública. Esqueceram as críticas ao “bolsismo” dos antecessores, usando-as descaradamente para fins eleitorais; e enveredaram por um falso “esquerdismo” baseado no “marxismo dos Irmãos Marx”. Pura galhofa.

Assim, Lula e seus parceiros perderam o respeito nacional. Não se pode levar a sério um dirigente partidário e seguidores que não pensam no País e na Nação, perseguindo unicamente um projeto de poder. E para isso, expropriam o Erário, pervertem a administração pública, corrompem as empresas estatais e, através de uma propaganda miliardária, criaram um País das Maravilhas. Virtual.
(Jornalista Miranda Sá)

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