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terça-feira, 8 de abril de 2014

Usuários de drogas podem ter 10% de vagas em concurso




Diante da escassez de investimentos públicos para os tratamentos de usuários de drogas no Estado e da alta taxa de ocupação das vagas públicas destinadas a esse tipo de abordagem, Minas poderá adotar uma medida polêmica: reservar 10% das vagas em concursos públicos no Estado para dependentes químicos.
A sugestão foi feita pelo presidente da Comissão de Enfrentamento ao Crack, o deputado estadual Vanderlei Miranda (PMDB), durante o ciclo de debates Um Novo Olhar sobre o Dependente Químico, encerrado, ontem, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na capital. “Fomos muito cobrados de que o poder público não ajuda na reinserção de usuários de drogas. Sugeri isso ao governo, mas ainda não obtive resposta para decidirmos o que fazer”, afirmou.

Do Bog: Vivemos em um país onde a inversão de valores está na moda. O Estado (entenda: União, Estados e Municípios) não tem mais controle sobre a criminalidade, as drogas e o crime organizado. Tentam com ações paliativas e imbecilizadas dar uma satisfação a sociedade.

Pergunta: e o cidadão trabalhador responsável por os seus direitos e deveres, como fica? Caso a lei seja aprovada, o estado de Minas deverá abolir o exame toxicológico para os aprovados, ou será apenas para os 10% que vão poder usar drogas no trabalho?

Têm-se falado tanto em apologia a violência nesses últimos dias que cabe aqui mais uma pergunta: essa inversão de valores não seria incentivo um a violência, a indignação, o ódio do cidadão trabalhador?

Imagina o diálogo:
- Olha meu, segura as pontas aí que eu vou ali dar um tapa num baseado.
- Sr. Eu estou a espera há horas, preciso ser atendido...
- Calma meu chapa, eu fui aprovado no concurso dentro dos 10% de vagas para drogados, estou no meu direito.
- Tem razão. Acho que no próximo concurso vou seguir um outro caminho. Passei meses estudando e não consegui ser aprovado.

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