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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Diretoria eleita deverá escrever um novo capítulo na história do SINDALE

No último mandato do prefeito Alberto Patrício, principalmente no último ano de governo, onde o secretário de educação era o Prof. Washington Barbosa, houve uma série de greves da educação encabeçada pela presidente do SINDALE, Helenilda Carlos. Principalmente, no trabalho do SINDALE para rejeitar todas as propostas do então governo de aprovação do Plano de Cargos e Salários do Magistério. Na época o Prof. Carlos, hoje secretário de Educação, era um dos principais encabeçadores.

A história da aprovação do Plano de Cargos e Salários vocês sabem: foi um desastre para educação. Ficou somente em algumas poucas vantagens salariais.

Com a atual administração, assumiu a secretaria de educação o Prof. Carlos. Tratou logo de redigir um relatório, anexado com fotos, apontando como desastrosa a atuação da pasta pelo secretário anterior, Washington Barbosa. No mais, tudo como Dantes no Quartel de Abrantes. Não aconteceram as eleições diretas para diretores e vices das escolas da rede municipal de ensino, a mudança de nível não aconteceu (somente para privilegiados) e ainda não entrou na conta dos professores o atraso de três meses de salários deixados pela administração anterior.

A atual diretoria do SINDALE até que se movimentou, ameaçou greve, foi ao Ministério Público, mas pouco conseguiu. No apagar das luzes da atual diretoria veio a eleição da nova Mesa Diretora. Surpresa ou não, o ex-secretário de educação Washington Barbosa (chapa 03) foi eleito com uma maioria esmagadora de 80 votos. Mais da metade dos votos da chapa 02 encabeçada pelo Prof. Ewagnerton. A atual diretora encabeçando a chapa 01 teve apenas 11 votos. Comenta-se que houve um trabalho do ex-prefeito Alberto Patrício e os vereadores do seu grupo político Mazinho e Mauricy Abrantes na eleição de Washington Barbosa.

No frigir dos ovos, a nova diretoria deverá não dar trégua a atual administração na cobrança de muitas metas que precisam ser cumpridas em benefício da educação e dos educadores. Os papeis se inverteram. O que esperamos é que não sejam cobradas usando o radicalismo político.


É esperar pra ver.

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