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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Vereador Júnior Abrantes envia ata da audiência pública ao secretário de Recursos Hídricos e cobra providências

Após a conclusão da confecção da ata da audiência pública realizada na Câmara Municipal de Alexandria, no dia 15 de janeiro desse mês, a qual tinha como objetivo discutir o problema da escassez de água no município, foi enviado ao Secretario de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Mairton França, um relatório com as propostas apresentadas por ocasião da realização da audiência.

A audiência pública proposta pelo Vereador Júnior Abrantes, teve como meta traçar um cronograma de ações a curto, médio e longo prazo, por meio de proposições dos presentes na audiência.

Dentre as medidas apresentadas, destacou-se a necessidade de construção de uma adutora, aumento da parede do açude da bananeira, instalação dos poços artesianos perfurados no ano passado, perfuração de novos poços, designação de carros pipas para este momento de crise, apresentação de projeto de lei relativo ao racionamento de água, decretação de estado de emergência e campanhas de conscientização do uso racional de água.

De acordo com Júnior Abrantes, idealizador da audiência pública, devido à inercia do Poder Público e um comodismo da população, a situação chegou a esse nível crítico, de modo que não há soluções tão imediatas, pois a medidas que nos restam tomar, não ocorrerão na mesma velocidade da nossa atual necessidade.

De toda forma Júnior Abrantes avalia como positiva a audiência pública, pois um cronograma de ações foi traçado, o qual em caso de cumprimento, contribuirá para que essa situação crítica não volte a se repetir.

Júnior disse ainda que a elaboração da ata da audiência pública fez valer o principio da transparência, e que tal documento “servirá para que a população de posse do mesmo, possa cobrar o compromisso firmado pelo Vice-Governador, assim como dos demais membros da classe política que tais medidas sejam retiradas do papel”.

Mas além dessas medidas, segundo Júnior Abrantes “é preciso haver um uso racional da água, pois sem isso tais medidas não terão a eficácia devida” finaliza.
(Assessoria de Imprensa)

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