PÁGINA INICIAL RÁDIO VIP VIP TV ARTIGOS PLANTÃO MÉDICO CASOS E ACASOS

Páginas

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Para quem tem memória curta

Exatamente há um ano os petistas ainda comemoravam a vitória de Dilma Rousseff que se reelegeu a presidência da República. Em um relato de Veja, dizia Dilma no dia 26 de outubro: "Seguirei combatendo a inflação e avançando no terreno da responsabilidade fiscal".

Depois de um ano de governo o povo brasileiro sabe que o PT mentiu e aplicou um golpe nos brasileiros. Relembremos, pois, as sete mentiras de Dilma.

01 - Durante o último debate presidencial antes das eleições, Dilma afirmou que, se reeleita, faria um governo muito melhor, principalmente no controle da inflação. "É meu compromisso", bradou. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de janeiro a setembro chegou a 7,64%, maior patamar desde 2003.

02 - Em promessa feita em outubro de 2014 – e reforçada em janeiro de 2015 –, Dilma disse que disponibilizaria 3 milhões de moradias na terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. Segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, porém, o programa vai andar em ritmo mais devagar que o prometido – e só terá início após a aprovação do Orçamento de 2016 pelo Congresso Nacional.

03 - “Promoverei com urgência ações na economia para retomarmos nosso nível de crescimento e continuarmos crescendo nos níveis de emprego", afirmou a presidente-candidata. Dilma frequentemente afirmava que seu governo teria como principal meta colocar o país de volta na “rota do crescimento”. Em 2015, a taxa de desemprego atingiu o maior patamar da série histórica: 8,3% em setembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, o país entrou oficialmente em recessão após confirmada a queda de 1,9% no Produto Interno Bruto do segundo trimestre.

04 - “É absurda a previsão de que o Brasil vai explodir em 2015. É um país estável, economicamente forte, uma economia sólida, um baita agronegócio. O Brasil vai bombar”, afirmou a presidente Dilma Rousseff em entrevista no ano passado. Diante das graves crises política e econômica que o país enfrenta, Dilma não estava completamente errada: o Brasil se tornou uma 'bomba'.

05 - "Quem fala em tarifaço está mal intencionado. Não sei o que estão querendo fazer", disse a presidente em setembro de 2014. Em menos de um ano de mandato poém, os preços da gasolina, do botijão de gás e das refeições externas aumentaram e emourraram os índices de inflação. Além disso, o rombo nas contas do governo fez com que a volta da CPMF voltasse a ser pleiteada pelo Planalto.

06 - "Tenho certeza que o Lula me apoia neste exato instante”, afirmou a presidente em 6 de maio de 2014, em jantar com um grupo de mulheres jornalistas no Palácio da Alvorada. Com o agravamento da crise política, Lula se tornou um dos principais opositores do governo – e não se furta a cobrar a demissão de ministros. Um de seus alvos preferenciais é o titular da Fazenda, Joaquim Levy.

07 - Na campanha do medo contra a adversária Marina Silva, Dilma insinuou que a ex-ministra pretendia até alterar a legislação trabalhista. "Tem coisas que eu não concordo, como mexer nos direitos do trabalhador. Não mexo nos direitos trabalhistas nem que a vaca tussa", afirmou a petista. Passados apenas dois meses das eleições, foram cortados 18 bilhões de reais em benefícios ao trabalhador. O tempo de trabalho para requerer o seguro-desemprego passou de um para seis meses. O governo também tornou a remuneração do benefício proporcional ao tempo de contribuição – antes, o valor era fixado em um salário mínimo –, além de ter aumentado o prazo do pagamento do auxílio-doença e colocado maiores restrições na requisição de pensão por morte.

Nenhum comentário: