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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Eleição indireta volta a ser tema em abertura dos trabalhos na Câmara

O vereador Júnior Abrantes, bastante centrado nos seus argumentos e ações. Cobrou a eleição indireta que, para ele, deveria ter acontecido. “A bancada tem maioria. Raimundinho seria eleito. Eu votaria, até porque não seria interessante para Alexandria uma mudança de prefeito nesse momento.”

Quando disse que o vereador é centrado nos seus argumentos é porque ele dispensa o lado político partidário, pelo menos até agora, e entende que o momento é olhar com preocupação a situação do município deixada pela administração de Nei Rossatto.

Por outro lado, advogados e assessores jurídicos rebatem a tese de que se faz necessário uma eleição indireta diante dos trâmites que foram expostos pela CPI, votada no último ano de mandato. A Lei Orgânica do Município e a constituição estadual são claras e não constam nada sobre a realização de eleições indiretas em último ano de vacância. A própria tese da defesa do prefeito cassado, Nei Rossatto, sabia disso. Por duas vezes que recorreu em outros pontos, perdeu a sentença. Na última, inclusive, divulgada apenas por este blog.

Eu também perguntei ao vereador se houve uma resposta a seu ofício ou houve qualquer decisão da justiça em realizar eleições indiretas. Ele respondeu o óbvio: “não havia decisão judicial.”


Mas uma vez a prova de que esse blog segue sempre o caminho da verdade. Erros são peculiares, afinal somos seres humanos, desde que admitidos e reconhecidos com ética. Ninguém é soberano. 

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