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terça-feira, 5 de abril de 2016

Resposta ao vereador Mazinho



Vou começar com uma pergunta: será que isso vai ser uma constante na Câmara de Vereadores? Parece que está sendo criado um grupo de “intocáveis” naquela Casa Legislativa, onde o objetivo é calar a minha boca. Eu falei PARECE.



Hoje pela manhã acordei indisposto e não fui a sessão, nem ouvi pelo rádio. Somente agora fui ver o áudio que eu pus pra gravar e confesso que fiquei surpreso, chateado e até sem acreditar no que eu ouvi. O vereador Mazinho me lançou uma série de críticas, devido a esta nota publicada no arquivovipnews.com.br. 



Nas palavras do vereador, ele me acusa de publicar que a sua pessoa e Alberto Patrício tenham feito “algo” (corte no áudio) para tomar o diretório municipal do PMDB de Alexandria de Antônio e Chiquinho Pires. Relatou que eu estava querendo aparecer e denegrir imagem de alguém. Vejam a parte em que eu falei sobre o vereador: “Estava estranho o vereador Mazinho não haver se desfiliado do partido, porém, com o domínio do ex-prefeito e líder político do vereador, Alberto Patrício, o Edil estava só aguardando a chegada do novo chefe.” O vereador disse que viu, não foi esses politiqueirozinhos de plantão que o contaram para gerar polêmicas. Isso não dá nem pra justificar que não verificou direito as pontuações na referida frase. É coisa do português mesmo. Em momento nenhum eu disse que o vereador havia feito conchavo ou qualquer coisa para usurpar o diretório municipal político.



Vereador Mazinho, parece que você ainda tem muito que aprender na política. O que eu disse é que você, que é filiado ao PMDB, teria que se decidir entre ficar no partido ou mudar de partido nessa janela aberta através de aprovação de uma PEC que, me parece, termina dia 18. Como você não mudou de partido até então, acreditava-se que você ia depender, de novo, de Antônio Pires para se candidatar este ano. Como o diretório municipal mudou e o presidente é o líder do seu partido, você não precisou mudar de sigla. Isto está bem claro. O que há de mal nisso? Ou o que isso tem a ver com você insinuar que eu disse que houve conchavo para você e Alberto toram a direção do partido? Não confunda alhos com bugalhos meu amigo.



Na eleição passada o PMDB lhe deu a legenda, mesmo você sendo adversário. Isso poderia não se repetir ou poderia acontecer tudo de novo. Até porque você sabe que essas coisas não acontecem da noite para o dia. Vereador, procure entender melhor o que você lê, pois você pode se complicar até na sua vereança na interpretação de um projeto de lei, por exemplo. Sobre você falar que não tem chefe político, que o seu chefe é o povo e Deus, eu quero lhe dizer que qualquer eleitor para se candidatar precisa de um partido. Para exercer o seu mandato ele precisa de um partido. Nesse caso ele tem um líder do seu partido a nível municipal, estadual e federal. Vamos ver este trecho da frase da nota publicada neste blog: ...porém, com o domínio do ex-prefeito e líder político do vereador, Alberto Patrício, o Edil estava só aguardando a chegada do novo chefe.” Eu só não quis ser redundante em falar a palavra líder duas vezes e no final troquei por chefe. Entendeu? E quando eu falai “a chegada do seu chefe (ao domínio do diretório municipal), era pra esclarecer que você não precisaria mudar de partido, se assim fosse necessário. Entendeu? O que eu não posso amigo é escrevinhar aqui da maneira que você entende. Já diz a frase: “Para bom entendedor, meia palavra basta.” Quanto a ligar para você quando eu for postar o seu nome, já disse: você é uma pessoa pública e eu não tenho obrigação de ligar pra você para te pedir autorização, a não ser se eu tivesse postado do que você me acusou. Para saber se você está filiado a um partido eu recorro ao site do TRE. No mais eu não sou burro para não entender.



Mais decepcionado ainda fiquei quando você disse que hoje eu ganho um salário do município porque você e os colegas votaram. Amigo Mazinho, o que você votou foi um projeto para a criação de cargos, como foram de secretários e demais comissionados das secretarias. Não incorra no erro primário do seu colega. O cargo, quem exerce, é por uma escolha da administração pública, não dos vereadores. Ademais, eu não preciso dele para sobreviver. Graças a Deus o meu cargo na Instituto Técnico de Polícia Científica, associado aos de professora do Estado e do Município, através de concurso, da minha esposa, dá para a gente viver razoavelmente bem. Eu recebi um convite do atual prefeito e não devo a você e nem a vereador nenhum. Aceitei porque achei interessante em fazer parte de uma equipe que está imbuída em fazer o melhor por Alexandria, não por dinheiro. Ele não paga as dores de cabeça que passamos por pessoas incompreendidas como você. Caso a administração ou eu achemos que não devo mais seguir fazendo esse trabalho eu me recolho a exclusividade do meu blog. Repito: não incorra no erro do seu colega de me colocar contra o povo, como se meu cargo fosse algo ilegal ou aberrante, pois irei imaginar que isso é proposital para calarem a minha boca ou jogar a população contra mim, por estar fazendo um trabalho que incomoda e muito aos senhores da oposição. Incomoda no sentido de estar contribuindo para uma administração que está acertando, pagando o funcionalismo em dia, como nenhuma outra.



Eu acho até, que a presidência da Câmara deveria colocar um freio nisso. Vereadores não deveriam usar a tribuna da Casa para debater sobre assuntos de picuinhas pessoais só porque a sessão está sendo transmitida pelo rádio. Isso é populismo puro. Antes de ser auxiliar da coordenação de comunicação do município, eu sou o cidadão, eleitor, pagador dos meus impostos, pagador dos salários de vocês e cumpridor dos meus deveres, José Gomes da Silva Filho. O que eu publico no meu blog é sobre a minha responsabilidade. O que eu publico no blog e no site do município é de responsabilidade do município, através da coordenação que eu auxilio. Da maneira que os senhores vereadores usam a tribuna, legitimamente, para cobrar e criticar das secretários ou qualquer pasta do município, o façam também quando necessitarem, sobre o meu trabalho no município. Agora, o que eu publico no meu blog não dá o direito dos senhores vereadores usarem os microfones da Câmara para debater sobre o que sai na imprensa sobre vocês. Isso é populismo, repito. E disso o povo está cheio. Já imaginou se todos os deputados e senadores fossem debater na Câmara ou no Senado o que sai na imprensa nacional sobre eles? Com certeza não haveria sessões. Não se produziria. Existem outros meios de comunicação ou peçam um direito de resposta. A Câmara é para assuntos de interesse da comunidade, não para vereador usar de populismo.



Seria ótimo que você mostrasse a nota em questão a alguém de fácil interpretação, quem sabe a um advogado de verdade, para vermos se eu falei o mínimo do que você me acusou hoje na tribuna. E, na próxima sessão (não quero que me peça desculpas) mas que reconheça que errou. Eu não devo e nem quero pedir direito de resposta a Casa. Assim continuarei achando que você não é um vereador populista, mas um edil coerente como sempre o foi.

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