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Um Natal repleto de amor e um ano novo de muita paz e realizações

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Sem saudade do macacão



Já faz um bom tempo. Ouvi de Lula, numa entrevista, que não tinha saudade do macacão de operário nem da pinga com torresmo nos botecos de São Bernardo. Pensei: “É o começo do seu fim”. Tristemente acertei. Tudo que ele foi deve ao macacão, sem o qual sua inteligência exuberante não o teria levado tão longe. A inteligência o levou tão longe que ele se perdeu. O macacão seria o porto de amparo, a pausa de cada chegada. Não para vesti-lo, mas pelo menos para não ser esquecido. Quem renega a origem desqualifica o destino.

Do Blog: E eu acrescento as sábias palavras do jornalista François Silvestre. Ao esquecer a pinguinha com torresmo nos botecos e o macacão que simbolizava o operário que chegou a presidência da república, Lula passou a saborear os melhores uísques com caviar nos apartamentos e jatinhos de luxo junto aos grandes donos de empreiteiras deste país. Foi contagiado pelo luxo da “elite branca” brasileira.

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