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Um Natal repleto de amor e um ano novo de muita paz e realizações

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Curtas



Tudo calmo – Aparentemente está tudo calmo nos mares navegáveis da política alexandriense. Depois que Alberto Patrício melou o anúncio da chapa oposicionista cantada há tempos, parece que foi como um balde água fria.

Era o que a oposição esperava? – De certa forma sim. A chapa que começou com um chazinho no final de tarde, terminou com uma ceia completa. O vereador Júnior Abrantes já posava como o vice de Jania Fernandes. Todos sabiam. Oficializar era decidir um rompimento precoce ou pagarem o preço por serem os culpados pelo possível rompimento de Alberto.

O TCU mais uma vez – Quem conhece da política local tinha a certeza que os dois esperavam a lista do TCU e, consequentemente, o entrave de que o nome do ex-prefeito Alberto Patrício poderia ficar impedido de concorrer. Porém, não teria quem apostasse de que ele não corria a frente nas pesquisas internas. Aconteceu o óbvio.

Todos sabiam – Acho conversa pra boi dormir essa história de que alguns aliados não sabiam da decisão de Alberto apoiar Jeane Ferreira. Isso é algo que não se goza como carreira de guiné, bem ligeirinho. O problema é que não houve tempo para degustar a carne insossa. Faltou, na verdade, pé no chão para entender que Alberto, muito provavelmente, não seria candidato.

O vereador boiadeiro – Mauricy Abrantes, que grita longe, não parece desgarrar do seu rebanho. Recentemente disse, em alto e bom tom, na sessão da Câmara de vereadores, que Alberto estava firme e não tinha quem tomasse a sua eleição. Não acho que o vereador foi pego de surpresa, porém, ainda está receoso com o novo caminho.

Mazinho – A voz de Alberto na Câmara, também ainda não disse, oficialmente, para onde vai marchar. Embora que os dois pousaram para fotos ao lado de Jania e Júnior Abrantes, tem em Alberto o seu “chefe” político, ou melhor, o seu líder.

O óbvio do óbvio – De uma coisa ninguém pode contestar: se o ex-prefeito não arrebanhar seus dois escudeiros para seguirem a sua decisão, é uma prova de que Alberto não tinha outro rumo a seguir. Estava completamente isolado no grupo oposicionista. Sem força e sem poderes.

Por outro lado – A situação também tinha um nome a vice que não vingou: o médico David Abrantes, há muito tempo no grupo situacionista. O médico já faz campanha para uma vaga no Legislativo para sua esposa Débora. Acredito que a chegada de Alberto não foi um abalo para as pretensões políticas de David Abrantes. Já houve tempo para uma possível decisão mais drástica para o lado situacionista.

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