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domingo, 4 de setembro de 2016

Recursos podem levar Dilma de volta ao poder, alerta Janaína: 'Quem tudo quer, nada tem’



A jurista Janaina Paschoal, uma das autoras do processo de afastamento de Dilma Rousseff, criticou a decisão de grupos políticos e partidos questionarem a decisão de “fatiar” a votação do impeachment no Senado, na última quarta-feira (31).

No dia em que a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada definitivamente, uma análise separada definiu que a petista poderia ocupar cargos públicos nos próximos oito anos, ao contrário do que pedia o processo. Até o momento, ao menos 11 ações contra a habilitação já foram protocoladas no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo uma do PSDB.

Para Paschoal, contudo, essa decisão pode reverter toda a decisão e fazer com que Dilma volte à Presidência. “Se o impeachment for anulado, ainda que se marque novo julgamento, Dilma voltará imediatamente para o poder, pois terão passado os 180 dias. Será que eu preciso desenhar? Estou indignada com tanta falta de visão”, criticou, em sua conta no Twitter.

Janaína afirma, ainda, que conversou com os outros autores do pedido que levou ao impeachment, Miguel Reale Júnior e Hélio Bicudo, e que os três denunciantes estão firmes na decisão de não recorrer. Ela defendeu, ainda, que o Supremo não teria competência para alterar a decisão do Senado e chegou a sugerir que os recursos seriam uma “armação” para forçar que o processo fosse reiniciado e Dilma pudesse voltar à Presidência: “Li que partidos políticos já estão indo ao STF, para rever o julgamento. Novamente, o legislativo se apequena! Independentemente de concordar, ou não, com o encaminhamento feito pelo Presidente do julgamento, o Plenário votou, ao votar, corroborou. Acordem! Se houve alguma armação, talvez o objetivo era mesmo o de incentivar uma avalanche de impugnações”.

A jurista ainda teceu duras críticas aos parlamentares que estão envolvidos nos pedidos de impugnação e pediu, “pelo amor de Deus”, que os grupos desistam das medidas interpostas. “Constitui uma temeridade partidos e movimentos pró-impeachment impugnarem decisão, que foi a maior conquista dos últimos tempos. Infelizmente, estão olhando para o micro e esquecendo o macro. Depois, não digam que eu não avisei. Quem tudo quer, nada tem. [...] Vocês estão cegos! Cegos pela vaidade! Cegos pela ganância! Cegos pela sanha punitiva! Reflitam!”, acusou.

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