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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Bancada potiguar bate martelo nas emendas ao Orçamento da União




A semana da bancada federal do Rio Grande do Norte foi dedicada às emendas ao Orçamento Geral da União (OGU) para 2017.
 
Além das emendas individuais, senadores e deputados definiram as 15 coletivas. Em média, cada pedido foi de R$ 40 milhões.

Entre os deputados, Felipe Maia, o coordenador da bancada, destinou recursos para saneamento nos municípios via Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

Antônio Jácome foi outro que apostou na Funasa, e definiu verba para saneamento na zona rural.

Zenaide Maia preferiu prestigiar o município de São Gonçalo do Amarante, sua base, com a construção de um hospital.

Walter Alves também apostou na saúde pública, destinando R$ 60 milhões para o governo estadual custear unidades hospitalares.

Rogério Marinho, que se recupera de um problema cardíaco, manteve sua atenção no Instituto Metrópole Digital.

Rafael Mota destinou recursos para aparelhos de segurança pública na região metropolitana de Natal.

Fábio Faria seguiu na mesma linha ao destinar verba para aquisição de veículos e equipamentos da Sesed, conforme solicitação do governador Robinson Faria na reunião de bancada, na última terça-feira.

Beto Rosado preferiu alocar recursos para infraestrutura em Mossoró, seu reduto eleitoral.
Vamos aos senadores:

José Agripino Maia atendeu o prefeito Carlos Eduardo e destinou verba do Ministério das Cidades para melhoria dos corredores do transporte coletivo em Natal.

Garibaldi Filho ficou com Rosalba Carlini, prefeita eleita de Mossoró, destinando R$ 300 milhões para duplicação da BR 304.

Por último, Fátima Bezerra definiu recursos para instituições de ensino superior e técnico, sua área de atuação.

Duas emendas de bancada no valor de R$ 225 milhões serão destinadas para obras da barragem Oiticica, em Jucurutu, e para o viaduto da Maria Lacerda, na divisa de Natal e Parnamirim.

Agora, todos aguardam os cortes que serão impostos tradicionalmente pelo relator, senador Eduardo Braga, do Amazonas.

O jeito é rezar para que a tesoura dele esteja ‘cega’ no dia de apreciar as emendas do Rio Grande do Norte.
Por: Diógenes Dantas

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