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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Policial amamenta recém nascido que foi abandonado e salva sua vida



Até onde uma pessoa é considerada 'profissional' ao salvar alguém? O que é considerado certo ou errado quando a vida de alguém indefeso está em jogo? Este caso comoveu o público nas redes sociais.


Ana Paula Moutinho é uma capitã da policia militar do Rio de Janeiro, que se destacou em um resgate de um bebê de apenas 28 dias que seria abandonado por sua mãe. Vendo a criança chorar compulsivamente, deixou o protocolo miliar de lado e envolveu seu lado materno, amamentando o bebê.

A policial conta que recebeu uma denúncia de uma mãe que pretendia jogar o filho na lixeira. Ao chegar no local, encontrou a mãe que estava fora de si e decidida a não ficar mais com o bebê. Como tem um filho de 11 meses, entendeu imediatamente o que o bebê precisava e não teve dúvidas ao amamentá-lo.

"Eu não consegui ficar indiferente àquela cena. Eu tentei manter o profissionalismo, mas não consegui. Eu não poderia ver aquele bebê tão pequeno, tão vulnerável, e simplesmente não fazer nada por ele. A minha primeira reação, meu primeiro instinto, foi de amamentar ele." diz Ana Paula.

O caso repercutiu nas redes sociais pela página da policia militar neste domingo, com mais de 14 mil curtidas e 5.000 compartilhamentos. 

É o segundo caso de abandono que a policial participa. Há três anos, salvou a vida de um bebê de um mês que foi abandonado em uma obra. "Não sei se é bom ou se é ruim porque, emocionalmente, desgasta muito. Profissionalmente, engrandece, a gente fica feliz, a Polícia Militar se sente honrada de ajudar o cidadão, mas pessoalmente, é devastador. É uma situação muito complicada, muito triste de ver." Comenta ela.

Do Blog: A profissional exemplar rendida pelo instinto materno.

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