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Parabéns Alexandria pelos seus 87 anos de Emancipação Política

segunda-feira, 12 de junho de 2017

CURTAS 12/06/2017



Eu devo incomodar muita gente – Não é de hoje que tentam denegrir a minha imagem. Parece até coisa de novela. A turma de lacaios tem criatividade. Porém, mal sabem que cada vez que me lançam infâmias eu me fortaleço muito mais. Isso porque os meus amigos e parte da minha família me conhecem. O resto, é resto. Como diz um amigo, “eu não vivo sem o mundo todo, mas, passo muito bem sem parte dele.” Os que querem fazer parte do meu laço de amizades tem que primeiro me conhecer. Eu escrevi no primeiro livro: “Eu não faço amigos, eles que vêm a mim pelas coisas que eu amo.” Vivo tranquilo porque sei que tenho personalidade, caráter e honestidade. Assim também é minha esposa Elis Natália. Se não fosse assim ela não estaria convivendo comigo esses quase sete anos de namoro, noivado e casamento. Esquecem, os lacaios, que existe um Deus. Lá na frente seremos todos julgados. Aí sim, eles podem estar sendo esperado com um caldeirão de óleo fervendo.

Trabalho da secretaria de Obras – Estive conversando, por um longo tempo e saboreando uma cachacinha com o secretário de Obras, o Sr. Isaías Ferreira. Concordamos que falta divulgação. E esse blog critica e elogia, quando merece. A garagem da prefeitura foi totalmente reestruturada. Fazia 14 anos que isso não acontecia. A reforma e pintura estruturaram o espaço para melhor comodidade dos que ali trabalham e para guardar a frota municipal.

Manilhas – Segundo o secretário a fábrica de manilhas voltou a funcionar. Isso traz uma economia muito grande para os cofres públicos, vez que a confecção das manilhas vem melhorando a rede de esgoto e facilita a construção de novas redes, além da economia de material e tempo de serviço.

Família de Luiz Gonzaga vai processar funkeiro - A família de Luiz Gonzaga se prepara para acionar a Justiça contra MC Yuri por conta da música Festa junina da putaria, uma versão sexualizada do clássico Asa branca. Na faixa, o funkeiro utiliza a melodia da canção de Gonzaga em um remix com elementos do funk. “Tu vai sentar, tu vai quicar por cima do meu piru / MC Yuri, manda pra tu / Vem novinha, senta, quica, trava, arrasta com a x**** no meu piru”, diz a letra da música em trecho. Após a repercussão negativa, o lyric video foi retirado do canal Detona Funk no YouTube, mas permanece disponível em outras contas.

Bem feito – Luiz Gonzaga é um ícone da música sertaneja e a canção Asa Branca é um hino. Esse cara deveria ter mais respeito. Mas, não passa de um imbecil que deve ter se refugiado, uns três meses, para compor a sua “obra”, literalmente falando.

Exército com o nome sujo - Um exército de aproximadamente 60,1 milhões de brasileiros estão com restrições ao CPF, enfrentando problemas para contratar empréstimos, financiamentos ou realizar compras parceladas, o que representa quase 40% da população brasileira adulta. Só nos últimos 30 dias, houve um saldo líquido de 1,1 milhão de brasileiros que passaram a fazer parte da lista de consumidores com contas em atraso e registrados em cadastros de inadimplentes.

Na conta do PT – O país do pobre sorridente que ia todos os finais de semana a restaurantes e viajava de avião, se tornou isso aí.

Estás na coluna de Claudio Humberto - Os que imaginam os militares ansiosos para retomar o poder, podem desistir da ideia. No Exército, como nas demais forças, prevalece por exemplo o compromisso – reafirmado como mantra pelo comandante, general Villas Bôas – de respeitar a Constituição, a Justiça, a lei e a ordem. E utilizando como “armas” a informação e a inteligência. Impressiona como os atuais generais, em cargos de chefia e comando no QG do Exército, têm clareza de tudo o que ocorre no campo político. O comando do Exército tem se caracterizado em Brasília pelo diálogo permanente com políticos da esquerda à direita, jornalistas etc. A violência dos protestos preocupa os militares, mas eles se sentiram usados quando chamados para conter o último badernaço de Brasília. No Exército, muitos se ofenderam com a associação que políticos fizeram entre a presença deles nas ruas à ideia absurda de “golpe”.






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