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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Já ouviram falar da Mensagem 159, de “Robinho”?



Pois é. O Auditor Fiscal do Estado/RN, José Arnaldo Fiuza Lima, publicou um editorial enfatizando que a tal Mensagem que está em apreciação na Assembleia Legislativa do RN, permite que dívidas de grandes empresários e políticos, contraídas junto ao BANDERN/BDRN, antes da liquidação em 1990, sejam quitadas praticamente a valores nominais da época, com o perdão, pasmem, de até 95% ( noventa e cinco por cento) de todos os encargos legais/contratuais e juros.

É sabido informalmente por toda a população do RN, principalmente para os mais velhos, que Bandern/BDRN foram usados, muitas vezes, como cabide de emprego e para operações financeiras nem sempre, digamos assim “republicanas”, como a concessão de empréstimos a grandes empresários e políticos de então, que não foram pagos até hoje.

É importantíssimo, para salvaguarda do patrimônio público, que seja feito um levantamento completo acerca de todos os créditos do liquidado sistema financeiro estadual, seus valores atuais, lista de devedores e seja investigado o porquê de tais dívidas, de décadas atrás, que propiciou o enriquecimento de alguns, jamais tenham sido efetivamente cobradas pelo Estado.

Amigos, estamos tratando aqui de uma suposta “caixa preta” que necessita obrigatoriamente ser aberta para conhecimento, por toda a sociedade norte-tio-grandense, de supostos desmantelos administrativo-gerenciais que tenham, como falado à boca miúda, supostamente ocorridos no BDRN/BANDERN, que as levaram à “quebradeira”.

A aprovação deste projeto de lei, contida na Mensagem 159/2017, sem investigação transparente sobre os fatos relacionados a estas dívidas, as pessoas e os valores envolvidos, além de regularizar as supostas e faladas imoralidades administrativo-financeiras do extinto sistema financeiro estadual, supostamente ocorridas em gestões passadas, entregará quase que gratuitamente o patrimônio público destes liquidados bancos.

Do Blog: É prática dos governos, além de botar na conta dos mais pobres a responsabilidade pela crise, aproveitar-se dos combalidos discursos de recuperação financeira e enfiar no meio, sorrateiramente, mensagens ou projetos para legalizar a gatunagem daqueles que mais se locupletaram do dinheiro público. Agora aproveitam o momento para receberem a “escritura”, a preço de bananas, dos recursos que surrupiaram do povo. Lembrem-se da Mensagem 159.

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