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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O ridículo processo para uma mãe tirar licença maternidade



Depois do roteiro que a minha esposa Natália  teve que percorrer para tirar a sua licença maternidade pelo nascimento de Letícia Maria, percebo o quanto é imbecilmente burocrático o processo que só prejudica a recuperação da mãe, principalmente se for cesariana.

Primeiro: a Junta Médica do Estado, em Pau dos Ferros, que absorvia a funcionária da região do Alto Oeste que precisasse dos serviços, foi extinta. Com certeza a medida foi econômica, para o governo.

A mãe que mora longe tem que abandonar o seu rebento em pleno processo de amamentação. Continuando com o exemplo, se desloca para Mossoró percorrendo quase 200 Km de ida e volta. Para quem tem transporte gasta em torno de oito horas para todo o processo, e quem se desloca em carros de linha só chega no final da tarde. O filhinho(a) fica sem o peito esse tempo todo.

Natália, quando atendida pelo médico da junto, recebeu a pergunta:
- Foi cesariana?
- Foi.
... Pronto.

O pai bem que poderia, em benefício do filha(a) e a mãe, fazer todo o processo? Acho que sim. Afinal para se chegar ao registro civil da criança, base para todo o restante da documentação de qualquer pessoa, existe a chamada “fichinha amarela” emitida pelo hospital onde aconteceu o parto e a licença médica emitida pelo profissional que realizou o parto para se chegar ao registro da criança. Há sim! Pode acontecer falsificação. Será que uma servidora vai gastar os tubos com esses documentos para falsificar e criar uma falsa gestação para adquirir seis meses de licença? Sem contar que ainda existe um documento da direção do órgão em que a gestante trabalha.

Parece ridículo, né não?

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